Memórias do Mar Preto: Uma versão poética de algo que não deu certo: "Dessa vez desço a serra para não voltar mais. Enterro os meus pés na areia e me lavo nessa água preta (que os babacas costumam chamar de pet..."
"não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. eu não: quero é uma verdade inventada: reúno em mim o tempo passado, o presente e o futuro,o tempo que lateja no tique-taque dos relógios" - clarice lispector
Memórias do Mar Preto: Uma versão poética de algo que não deu certo: "Dessa vez desço a serra para não voltar mais. Enterro os meus pés na areia e me lavo nessa água preta (que os babacas costumam chamar de pet..."
4 comentários:
isso foi tão bonito! tenho ido a este blog nos últimos dias e fico relendo. principalmente o final quando el começa a descer a serra e a ver as luzes lá debaixo. pq parece que tbém é meu. e está aí o lance da poesia. as memórias também são de quem as lê. adorei.
Ana querida, e eu adorei ter notícias suas. O texto é bonito e como diz vc, se encaixa em nossa alma, torna-se nosso também. Neste caso, exceto detalhes de lugar, creio que quase todos nós já voltamos pra casa com cheiros, lembranças e vazios.
me dá notícias? bj da angela
puxa, adorei seus comentários. só tomei coragem de compartilhar as minhas poesias recentemente (não tem nem um mês o blog) e já ouço coisas bonitas assim. fiquei muito feliz mesmo - e obrigado pela divulgação, claro!
"crossover" de realidades:
"Memórias do Mar Preto" por aqui!
!beijos!
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